Anatel luta contra a barreira digital da falta de acesso a internet em universidades, quebrando a barreira digital excludente do ensino brasileiro. Foto: Pexels
Cada vez mais a internet torna-se necessária em nosso dia a dia, não só para navegar nas redes sociais, mas como uma aliada em nossos estudos e pesquisas acadêmicas. Sabendo disso, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) busca promover a internet gratuita em universidades do Brasil.
Recentemente, a Anatel converteu multas milionárias de operadoras de telecomunicações em investimentos na promoção da conectividade em universidades federais, estaduais, municipais e institutos federais em todas as regiões do Brasil.
Empresas optam por iniciativa
Empresas prestadoras de serviços de telecomunicações como a Telefônica, a Claro, a Tim e a Sky, que possuem multas somadas em R$29 milhões, poderão trocar os valores que devem pela conexão das instituições de ensino à RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa).
Se as empresas não quiserem cumprir com essa obrigação, poderão fazer o pagamento da multa normalmente, mas perderão os 5% de desconto reivindicados caso se comprometessem com essa iniciativa.
A partir da tomada de subsídios, uma etapa importante no levantamento de informações relevantes para o desenvolvimento acadêmico, científico e educacional no Brasil, foram identificadas as unidades de ensino com carências e lacunas de infraestrutura de acesso à internet.
Dentre todas as regiões do Brasil, ainda existem muitas áreas isoladas e espalhadas pelo país sem acesso a conectividade, além de casos de rede wifi improdutiva ou ineficaz. Com essa iniciativa, 213 unidades já foram mapeadas.
Empresas selecionarão universidades beneficiadas
O conselho diz que não há prioridade regional para a implantação dos serviços, ficando a critério da empresa escolher em quais universidades serão implementadas as redes de internet, contanto que cada unidade beneficiada seja em regiões distintas das anteriores.
Após a seleção e confirmação das instituições beneficiadas, as prestadoras terão prazo de seis meses para prover a conexão e deverão mantê-la por três anos. Caso haja a necessidade de construir uma rede de conexão com a central (backhaul), o prazo para implementação será de até um ano, com manutenção do serviço por dois anos e meio.
Impacto na vida dos estudantes
Pesquisas, projetos de extensão e acesso a plataformas online de educação são alguns dos casos em que o acesso à internet se torna fundamental no âmbito acadêmico.
Com essa iniciativa da Anatel, será possível combater a desigualdade digital e a falta de acesso dos estudantes à materiais online, ao garantir internet às universidades, permitindo o crescimento da infraestrutura de instituições e a continuidade dos estudos de muitos brasileiros.
Com valor total superior a R$ 29 milhões, e foi proposta pelo conselheiro Octavio Penna Pieranti. Foto: Pexels.
Anatel promove internet gratuita em universidades no Brasil; saiba como!
Cada vez mais a internet torna-se necessária em nosso dia a dia, não só para navegar nas redes sociais, mas como uma aliada em nossos estudos e pesquisas acadêmicas. Sabendo disso, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) busca promover a internet gratuita em universidades do Brasil.
Recentemente, a Anatel converteu multas milionárias de operadoras de telecomunicações em investimentos na promoção da conectividade em universidades federais, estaduais, municipais e institutos federais em todas as regiões do Brasil.
Empresas optam por iniciativa
Empresas prestadoras de serviços de telecomunicações como a Telefônica, a Claro, a Tim e a Sky, que possuem multas somadas em R$29 milhões, poderão trocar os valores que devem pela conexão das instituições de ensino à RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa).
Se as empresas não quiserem cumprir com essa obrigação, poderão fazer o pagamento da multa normalmente, mas perderão os 5% de desconto reivindicados caso se comprometessem com essa iniciativa.
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Unidades precisam do auxílio
A partir da tomada de subsídios, uma etapa importante no levantamento de informações relevantes para o desenvolvimento acadêmico, científico e educacional no Brasil, foram identificadas as unidades de ensino com carências e lacunas de infraestrutura de acesso à internet.
Com os resultados obtidos, foi elaborada uma lista das unidades das Universidades e Institutos Federais que não possuem conexão e que podem ser escolhidas para a aplicação do benefício.
Dentre todas as regiões do Brasil, ainda existem muitas áreas isoladas e espalhadas pelo país sem acesso a conectividade, além de casos de rede wifi improdutiva ou ineficaz. Com essa iniciativa, 213 unidades já foram mapeadas.
Empresas selecionarão universidades beneficiadas
O conselho diz que não há prioridade regional para a implantação dos serviços, ficando a critério da empresa escolher em quais universidades serão implementadas as redes de internet, contanto que cada unidade beneficiada seja em regiões distintas das anteriores.
Após a seleção e confirmação das instituições beneficiadas, as prestadoras terão prazo de seis meses para prover a conexão e deverão mantê-la por três anos. Caso haja a necessidade de construir uma rede de conexão com a central (backhaul), o prazo para implementação será de até um ano, com manutenção do serviço por dois anos e meio.
Impacto na vida dos estudantes
Pesquisas, projetos de extensão e acesso a plataformas online de educação são alguns dos casos em que o acesso à internet se torna fundamental no âmbito acadêmico.
Com essa iniciativa da Anatel, será possível combater a desigualdade digital e a falta de acesso dos estudantes à materiais online, ao garantir internet às universidades, permitindo o crescimento da infraestrutura de instituições e a continuidade dos estudos de muitos brasileiros.