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Como funciona uma feira científica? IN-Foton participa da Conexão Ciências 2026

O formato atual de feira científica se espalhou por todo Brasil a partir da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e funciona até hoje como forma de catalisar saberes e despertar a curiosidade. (Divulgação: IN-Foton)
O formato atual de feira científica se espalhou por todo Brasil a partir da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e funciona até hoje como forma de catalisar saberes e despertar a curiosidade. (Divulgação: IN-Foton)

Você já deve ter se perguntado: como funciona uma feira científica? Basicamente, esse tipo de feira é um laboratório a céu aberto, em que é possível conhecer como são desenvolvidas novas tecnologias e produtos. Mas, o que pode parecer uma simples exposição de projetos, na verdade revela uma estrutura interligada de etapas para a seleção e qualificação de uma pesquisa.

Antes de um projeto ser exposto em uma feira a nível estadual ou nacional, por exemplo, é necessário que ele atenda a certos critérios e seja avaliado por profissionais competentes.

Em Junho, o Instituto Nacional de Tecnologias Fotônicas Para a Transformação Social (IN-Foton) participa da Feira Conexão Ciências, 4ª edição da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação. O instituto convida estudantes e comunidade externa a conhecer os projetos desenvolvidos, bem como entender como funciona uma feira científica.

Etapas de construção de um projeto

Para participar de uma feira científica, é preciso primeiro definir um tema de pesquisa e construir um projeto. Logo depois, encontrar um especialista na área desejada para servir de orientador. O orientador tem a função de acompanhar os procedimentos e avaliar o texto e a execução do projeto científico.

O texto do projeto precisa se atentar a critérios como objetivos, metodologia, fundamentação teórica e resultados esperados, ou ainda, obtidos, caso já esteja em fase de execução.

Com isso em mãos, é hora de se atentar ao calendário de submissão de projetos para eventos de nível institucional ou regional.

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Do institucional ao nacional

Inicialmente, a pesquisa pode ser submetida a eventos científicos de alcance institucional. Por exemplo, uma feira de ciências de uma instituição de ensino. Lugar em que os projetos de destaque têm a possibilidade de seguir para outras etapas de divulgação.

Passada a etapa institucional, o projeto pode seguir para os ciclos regionais e estaduais, nos quais será avaliado por uma gama maior de professores e pesquisadores. Além disso, também será apresentado para um público mais diverso.

Tendo êxito nesta fase, a pesquisa pode seguir até feiras de nível nacional e dali para as internacionais. Portanto, a etapa estadual têm um papel muito importante na divulgação de projetos desenvolvidos localmente que tenham devida relevância para o contexto nacional.

Nesse cenário, a Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação se insere como um evento que aproxima as tecnologias desenvolvidas no âmbito acadêmico da comunidade local. Oferecendo, também, a possibilidade de expandir o alcance das pesquisas para públicos cada vez maiores.

Da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação

Ainda com o nome de Semana Estadual de Ciência e Tecnologia, o evento surgiu em Outubro de 2004 no contexto da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, decretada pelo Governo Federal. A iniciativa veio para aproximar a população dos projetos científicos desenvolvidos nas universidades e centros de inovação.

Em 2021, a Semana ganhou mais um pilar: a inovação. Sabendo da relevância e alcance dos projetos divulgados no evento, o novo pilar veio para se alinhar com as expectativas do mercado em relação às tecnologias apresentadas na Semana Estadual.

Valorizar iniciativas inovadoras sempre foi um dos objetivos da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, bem como propiciar um ambiente de compartilhamento de saberes e levar a ciência para o dia a dia do povo capixaba.

Da presença do IN-Foton nos eventos de divulgação científica

O Laboratório de Telecomunicações (LabTel), integrante do IN-Foton e do Centro de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento (CPID) do Espírito Santo, acompanha o calendário dos eventos científicos regionais, participando e contribuindo com a difusão da ciência capixaba.

“A participação do IN-Foton e do CPID é uma oportunidade excelente porque aproxima a ciência da população, de forma acessível, prática e, principalmente, divertida.”, afirma Vitor Guerra, diretor de comunicação do IN-Foton.

Ele ainda destaca que a Semana Estadual deste ano foi planejada especialmente para explicar melhor como funciona uma feira científica para um público de todas as idades.

“É muito legal quando a gente vê crianças, jovens e adultos conhecendo pesquisas e tecnologias que muitas vezes ficam restritas à universidades e laboratórios. Nossa equipe se empenhou para desenvolver várias atividades e projetos legais para o público poder participar e conhecer mais na prática.”, explica.

O IN/Foton marca presença anualmente na Semana Estadual, expondo vários projetos, tais como: o robô Castor, a Árvore fotovoltaica e o POF Wave. Todos voltados para auxiliar a comunidade externa. O evento esse ano acontece nos dias 1, 2 e 3 de Junho.

Para apresentar suas pesquisas ao público, os pesquisadores precisam passar o conteúdo dos projetos para uma linguagem do cotidiano, a fim de que mais pessoas compreendam do que se trata. (Divulgação: IN-Foton)
Para apresentar suas pesquisas ao público, os pesquisadores precisam passar o conteúdo dos projetos para uma linguagem do cotidiano, a fim de que mais pessoas compreendam do que se trata. (Divulgação: IN-Foton)

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