No estande da Fapes, os visitantes puderam conhecer novos projetos que unem inovação e o futuro da tecnologia fotônica. Foto: IN-Foton
Inovação, tecnologia de ponta e planos para um futuro promissor. Foi com essas palavras da diretoria financeira da Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes) que o IN-Foton/LabTel finalizou o terceiro e último dia (13) de ESX Innovation Experience, na Praça do Papa, em Vitória (ES).
No último dia de evento, o laboratório esteve alocado no estande da Fapes que, neste ano, inaugurou um novo formato de estande: o circuito interativo. Com um desenho inédito, o público geral foi convidado a entrar em “trilha” para conhecer todos os projetos do IN-Foton/LabTel.
Com um dia recheado de palestras, brincadeiras lúdicas, mini aulas interativas e brindes exclusivos, quem passou pelo estande pode entender melhor sobre o universo da engenharia elétrica e da fotônica em um espaço de troca de conhecimento entre pesquisadores e visitantes.
Parceria transformadora
Em entrevista ao IN-Foton/LabTel, a diretora financeira da Fapes, Lúcia Araújo, comentou sobre a importância da fundação estar presente em uma feira como a ESX.
“A relevância é dar visibilidade à Fapes, mostrar para os visitantes da feira o quanto ela é importante para o ecossistema [capixaba]. Estamos aqui mostrando desde pesquisas de iniciação científica até pesquisas de ponta”, afirma.
Araújo destaca que é necessário que o capixaba saiba como é investido o dinheiro público e as feiras científicas são oportunidades para que os cidadãos conheçam quais ações estão sendo planejadas e fomentadas em seu benefício.
Quando questionada sobre o porquê de investir em um Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) no Espírito Santo, Araújo diz que é motivo de orgulho para o estado.
“O Espírito Santo merecia há muito tempo ter um INCT e para nós foi muito bom, porque prova mais do que nunca que temos condições, competência, capital humano e pessoas extremamente preparadas para trabalhar e coordená-lo”, disse a diretora.
Nascido dentro do Laboratório de Telecomunicações (LabTel) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), o IN-Foton é considerado uma conquista de anos de trabalho e de parceria entre o laboratório e a fundação, juntando inovação e tecnologia ao propor um futuro promissor para a área.
“É uma vitória para a Fapes e essa parceria já existe há muito tempo. Agora, no dia 24 de junho, a Fapes vai fazer 22 anos e a parceria entre nós e o LabTel existe há quase o mesmo tempo, sempre rendendo bons frutos”, coloca Araújo.
Ainda, a diretora aponta que a ciência e tecnologia é algo feito pelas pessoas e para as pessoas, ou seja, que as pesquisas financiadas pela Fapes tem o foco na transformação social.
“Ver o resultado das pesquisas feitas por vocês é um orgulho e um reconhecimento do trabalho que a Fapes faz junto com essa parceria. Você mostrar que o conhecimento e a inovação está acessível, que ela pode, e deve, estar próxima de quem realmente precisa”, conclui.
Na sexta-feira (12), os projetos que conquistaram o público foram o Robô Castor, que auxilia na terapia de crianças neurodivergentes, e o POF Wave, o medidor de rigidez arterial do Centro de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento (CPID).
E neste sábado (13), foi o momento de outros projetos terem seu destaque, como a Árvore Fotovoltaica, o Exoesqueleto, o LuzAntar e o Xadrez a Laser. Remanescentes da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, tanto a Árvore Fotovoltaica, um sistema sustentável de geração de energia limpa, e o LuzAntar, iniciativa de monitoramento da saúde de pesquisadores na Antártida, voltaram para a ESX.
A novidade foi a presença do Exoesqueleto, projeto executado pelo LabTel e vinculado ao Programa de Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da Ufes (PPGEE), que propõe uma inovação na tecnologia de mecânica assistiva, que apresenta um novo futuro para a indústria.
Com o objetivo de ampliar a mobilidade do usuário, o exoesqueleto emprega cabos acionados por mecanismos flexíveis, baseados em conceitos de robótica branda, para fornecer assistência mecânica às articulações. Paralelamente, sensores em fibra óptica vêm sendo integrados ao dispositivo para a aquisição de dados cinemáticos, possibilitando o monitoramento preciso dos movimentos realizados pelo usuário.
Em adição, o Xadrez a Laser conquistou o coração de crianças, adolescentes e jovens que passaram pelo estande. Com uma tecnologia inovadora, esse projeto propõe transformar um jogo mundialmente conhecido, como é o caso do xadrez, em uma aula integrada de fotônica.
Ao invés das peças convencionais de madeira ou mármore, aqui elas possuem um dispositivo eletrônico que emite um laser. Com isso, para jogar e ganhar do seu adversário, a tática é não deixar que suas peças sejam atingidas pelos lasers do oponente.
Visitando pela primeira vez a ESX, o biológo Breno Rodrigues, de 25 anos, comentou suas primeiras impressões sobre os projetos do IN-Foton/LabTel: “Gostei do estande, está tudo bem organizado e os projetos são muito interessantes”.
A criançada se divertiu as brincadeiras interativas do IN-Foton, como o Xadrez a Laser, que une diversão e fotônica! Foto: IN-Foton
Inovação, futuro e tecnologia; confira como foi o último dia da ESX 2026
Inovação, tecnologia de ponta e planos para um futuro promissor. Foi com essas palavras da diretoria financeira da Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes) que o IN-Foton/LabTel finalizou o terceiro e último dia (13) de ESX Innovation Experience, na Praça do Papa, em Vitória (ES).
No último dia de evento, o laboratório esteve alocado no estande da Fapes que, neste ano, inaugurou um novo formato de estande: o circuito interativo. Com um desenho inédito, o público geral foi convidado a entrar em “trilha” para conhecer todos os projetos do IN-Foton/LabTel.
Com um dia recheado de palestras, brincadeiras lúdicas, mini aulas interativas e brindes exclusivos, quem passou pelo estande pode entender melhor sobre o universo da engenharia elétrica e da fotônica em um espaço de troca de conhecimento entre pesquisadores e visitantes.
Parceria transformadora
Em entrevista ao IN-Foton/LabTel, a diretora financeira da Fapes, Lúcia Araújo, comentou sobre a importância da fundação estar presente em uma feira como a ESX.
“A relevância é dar visibilidade à Fapes, mostrar para os visitantes da feira o quanto ela é importante para o ecossistema [capixaba]. Estamos aqui mostrando desde pesquisas de iniciação científica até pesquisas de ponta”, afirma.
Araújo destaca que é necessário que o capixaba saiba como é investido o dinheiro público e as feiras científicas são oportunidades para que os cidadãos conheçam quais ações estão sendo planejadas e fomentadas em seu benefício.
Quando questionada sobre o porquê de investir em um Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) no Espírito Santo, Araújo diz que é motivo de orgulho para o estado.
“O Espírito Santo merecia há muito tempo ter um INCT e para nós foi muito bom, porque prova mais do que nunca que temos condições, competência, capital humano e pessoas extremamente preparadas para trabalhar e coordená-lo”, disse a diretora.
Nascido dentro do Laboratório de Telecomunicações (LabTel) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), o IN-Foton é considerado uma conquista de anos de trabalho e de parceria entre o laboratório e a fundação, juntando inovação e tecnologia ao propor um futuro promissor para a área.
“É uma vitória para a Fapes e essa parceria já existe há muito tempo. Agora, no dia 24 de junho, a Fapes vai fazer 22 anos e a parceria entre nós e o LabTel existe há quase o mesmo tempo, sempre rendendo bons frutos”, coloca Araújo.
Ainda, a diretora aponta que a ciência e tecnologia é algo feito pelas pessoas e para as pessoas, ou seja, que as pesquisas financiadas pela Fapes tem o foco na transformação social.
“Ver o resultado das pesquisas feitas por vocês é um orgulho e um reconhecimento do trabalho que a Fapes faz junto com essa parceria. Você mostrar que o conhecimento e a inovação está acessível, que ela pode, e deve, estar próxima de quem realmente precisa”, conclui.
Leia mais sobre o LabTel:
Novos projetos engajam público
Na sexta-feira (12), os projetos que conquistaram o público foram o Robô Castor, que auxilia na terapia de crianças neurodivergentes, e o POF Wave, o medidor de rigidez arterial do Centro de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento (CPID).
E neste sábado (13), foi o momento de outros projetos terem seu destaque, como a Árvore Fotovoltaica, o Exoesqueleto, o LuzAntar e o Xadrez a Laser. Remanescentes da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, tanto a Árvore Fotovoltaica, um sistema sustentável de geração de energia limpa, e o LuzAntar, iniciativa de monitoramento da saúde de pesquisadores na Antártida, voltaram para a ESX.
A novidade foi a presença do Exoesqueleto, projeto executado pelo LabTel e vinculado ao Programa de Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da Ufes (PPGEE), que propõe uma inovação na tecnologia de mecânica assistiva, que apresenta um novo futuro para a indústria.
Com o objetivo de ampliar a mobilidade do usuário, o exoesqueleto emprega cabos acionados por mecanismos flexíveis, baseados em conceitos de robótica branda, para fornecer assistência mecânica às articulações. Paralelamente, sensores em fibra óptica vêm sendo integrados ao dispositivo para a aquisição de dados cinemáticos, possibilitando o monitoramento preciso dos movimentos realizados pelo usuário.
Em adição, o Xadrez a Laser conquistou o coração de crianças, adolescentes e jovens que passaram pelo estande. Com uma tecnologia inovadora, esse projeto propõe transformar um jogo mundialmente conhecido, como é o caso do xadrez, em uma aula integrada de fotônica.
Ao invés das peças convencionais de madeira ou mármore, aqui elas possuem um dispositivo eletrônico que emite um laser. Com isso, para jogar e ganhar do seu adversário, a tática é não deixar que suas peças sejam atingidas pelos lasers do oponente.
Visitando pela primeira vez a ESX, o biológo Breno Rodrigues, de 25 anos, comentou suas primeiras impressões sobre os projetos do IN-Foton/LabTel: “Gostei do estande, está tudo bem organizado e os projetos são muito interessantes”.